Atendimento Individual

A análise começa onde
as palavras ainda
não chegaram.

Atendimento psicoterapêutico e psicanalítico para adolescentes e adultos.


A abordagem

Não há roteiro ou protocolo a seguir. Há uma escuta atenta à sua singularidade, ao que já foi dito e ao que ainda não encontrou forma de se dizer.

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Numa sessão, vamos associando, nos perguntando, construindo juntos. A escuta não é só do que se diz: é do como se diz, das pausas, dos silêncios, do ritmo da palavra, do que o corpo traz sem perceber. Há coisas difíceis de dizer numa primeira sessão. Outras que levam anos. O processo respeita esse tempo.

O que começa como uma queixa vai, ao longo do processo, ganhando forma. E essa forma, uma vez visível, pode ser repensada, abandonada ou vivida de outro modo.

Esse é o trabalho. É o que ofereço.


Para quem é

Para quem pergunta sobre si mesmo, ou que ainda não sabe o que perguntar.

Atendo adolescentes e adultos que atravessam dificuldades nos relacionamentos, lutos, ansiedades, culpas, compulsões, uma busca de sentido. Cada um com a sua forma particular de carregar essas questões.

Não é necessário ter uma questão definida para começar. Muitas vezes não sabemos por que agimos ou sentimos de determinada forma. É exatamente esse não saber que pode ser o início de um processo analítico.

Presencial

Espaço na região da Avenida Paulista, São Paulo.

Avenida Paulista · São Paulo

Online

Videochamada garantindo o acolhimento e a privacidade que encontramos no presencial, de onde você estiver.

Português nativo · Espanhol fluente

A escuta

O que se escuta num processo de análise?

Essas questões raramente aparecem sozinhas. Uma puxa a outra, se misturam, se escondem uma dentro da outra. O que se escuta com mais frequência:

Ansiedade

O pensamento que não para, que antecipa, que refaz o que já passou e que às vezes paralisa exatamente quem mais quer agir.

Relacionamentos

Os padrões que se repetem de uma relação para outra, e o que isso revela sobre o que se busca e o que se evita.

Autoestima

Como o olhar do outro foi se tornando a medida de si mesmo, e diante disso, aparece a sensação de insuficiência, o medo de começar e fracassar.

Culpa

A angústia de não corresponder a um ideal e a possibilidade de se desprender dele.

Burnout

O que transbordou para o corpo depois de muito tempo ignorado e os sintomas dizem sobre os limites necessários.

Luto

Pessoas, vínculos, fases, animais, versões de si mesmo. O luto aparece onde algo que tinha lugar deixa de ter e precisa de tempo para ser elaborado e ressignificado.

Impulsos e compulsões

O que age antes de pensar e o que esse movimento repete sem que se saiba bem por quê.

Procrastinação

O adiamento que parece preguiça mas quase nunca é. O que está sendo evitado quando se evita começar.

Vida profissional e escolhas

Como o trabalho foi ocupando não só o tempo, mas o sentido. A pressão por resultados, o aprisionamento às demandas, a sensação de que também na vida pessoal é preciso ser produtivo. A pergunta, muitas vezes adiada: o que de fato se quis escolher.

Limites

A dificuldade de dizer não e o que está por trás disso: o medo de decepcionar, de ser abandonado, de provocar algo no outro. Aprender a estabelecer limites é também aprender o que se pode ganhar ao enfrentar o medo da perda.


O processo

Como a análise começa.

01

Primeiro contato

Entre em contato, conte brevemente o que te trouxe até aqui, e organizamos uma primeira conversa para nos conhecermos.

02

Sessão inicial

Um encontro de 50 minutos para aprofundar o que surgiu no primeiro contato e começarmos a escutar juntos o que precisa de atenção.

03

Frequência

Em geral seguimos com encontros semanais. Em alguns casos, pode fazer sentido duas vezes por semana. Isso é decidido juntos, no seu tempo.

04

Modalidade

Atendo presencialmente em São Paulo e online. Ofereço atendimento em português e também em espanhol.

Um primeiro passo

Seja o que for que trouxe você aqui, me escreve.